Pra Saúde

VAGINISMO,

O que é? Como Tratar?


O Vaginismo é caracterizado pela:

      ·       Contração involuntária(espasmos) dos músculos da vagina

·       Dificuldade em manter relação sexual, sem causa física.

·       Dor para realização de exames

Algumas causas do Vaginismo podem ser emocionais, medo, ansiedade, abuso sexual,  lesões, cicatrizes de cirurgias e infecções .


Alguns sintomas do vaginismo são parecidos com a dispareunias que causa dores antes, durante oud epois da relação sexual, atrofia, infecções, mal formação, ausência de lubrificação, problemas urinários e ginecológicos.

O médico fará a avaliação conforme o momento do aparecimento destes sintomas, se surgiu desde o início da vida sexual ou após um período de relação normal dentre outros critérios para o diagnóstico.

 

O Tratamento deve ter uma abordagem multidisciplinar, psicológico, fisioterapeuta e ginecologista.

A Fisioterapia Pélvica, utiliza técnicas de: 

    ·    A eletroestimulação (utilização de estímulos elétricos) é um recurso essencial, dentro do tratamento, para recuperar a contração da fibra muscular que está diminuída ou ausente. 

 ·    Biofeedback: É um instrumento útil para apercepção do paciente quanto ao estado de tensão e/ou o déficit muscular.

 ·   Exercícios específicos – Cinesioterapia, identificação e treinamento muscular do assoalho pélvico é preciso saber identificá-los antes de iniciar os exercícios. Um meio fácil para testá-los é tentar impedir o fluxo urinário (esfíncter uretral) durante a micção.

·       Utilização de dispositivos intravaginais, a inserção do cone ou dilatador auxilia a mulher a controlar e a dessensibilizar a musculatura, auxiliam na percepção corporal e no ganho defunção muscular, adaptando o corpo e a mente para a sensação de ter algo dentro da vagina.

 

Para o vaginismo, o tratamento vai além da simples inserção de dilatadores, seu uso não é para “aumentar” a abertura vaginal mas sim para adquirir o controle do assoalho pélvico, visto que na realidade, a dificuldade de penetração não está relacionada ao tamanho da vagina, mas sim à contração involuntária dos músculos, os dilatadores auxiliam na manutenção do tratamento realizado pelo próprio paciente em casa.